Roteiro de 7 dias em Bali

Ah Bali! A melhor tradução para o paraíso na Terra!

Bali é uma das milhares de ilhas da Indonésia, situada entre as ilhas de Java (esquerda) e Lombok (direita), que atrai olhares de muitos turistas por seus encantos diversos, belezas naturais, tradições e uma infinidade de coisas que só viajando para lá para conhecer.

Conhecida como “Ilha dos Deuses” ou “Ilha do Amor” é ponto de parada para turistas do mundo inteiro, sendo a ilha que mais recebe viajantes dentre toda a Indonésia.

Ubud, Bali (Foto: Google imagens)

Ubud, Bali (Foto: Google imagens)

Bali é um mix de diversidades e encantos e este roteiro de 6 dias em Bali é para aqueles que desejam desfrutar o que a ilha tem de melhor!

1º DIA: CHEGADA

Viajar até Bali não é uma jornada fácil, principalmente se sua origem for algum país do outro lado do mundo, como é o caso do Brasil.

Uma viagem até a Indonésia pode durar um dia inteiro (sem contar as paradas) ou mais de 30 horas (contando as paradas nos aeroportos).

Mas, o sacrifício vale a pena… E MUITO!!!

Após a chegada em em Bali pelo aeroporto internacional Ngurah Rai, nossa jornada é pegar um transfer até a área de Kuta e fazer check-in no Palm Beach Hotel (★★★).

Hotel Palm Beach (Foto: Pam Beach Hotel Bali)

Hotel Palm Beach (Foto: Pam Beach Hotel Bali)

Bali já demonstra que, além de belezas naturais, em quesito relaxar e descansar é campeã!

O primeiro dia de roteiro está livre para aproveitar o que o hotel e os arredores têm de melhor.

Uma boa pedida é caminhar pelos arredores e ir jantar frutos do mar na área de Kuta e Jimbaran.

Pôr do sol em Jimbaran (Foto: bali-indonesia)

Pôr do sol em Jimbaran (Foto: bali-indonesia)

Vá antes que o sol se ponha e desfrute de seu primeiro pôr do sol na ilha mágica de Bali!

Se o primeiro dia já começou intenso, imagine o que vem por ai!

2º DIA: KUTA – UBUD

Depois de tomar café da manhã no hotel, o dia começa com a ida para a região de Batubulan, para apreciar uma das danças típicas balinesas, o Barong & Keris Dance.

A região é famosa pelas lojas de artigos decorativos e peças entalhadas na madeira e pedra, além do espetáculo das danças tradicionais da ilha.

A obra de arte parece tomar forma e adquirir vida através das habilidades dos entalhadores locais, que manuseiam com maestria suas ferramentas de trabalho.

Entalhador de pedras (Foto: Matheus Pinheiro de Oliveira e Silva)

Entalhador de pedras (Foto: Matheus Pinheiro de Oliveira e Silva)

Detalhes na pedra (Foto: Matheus Pinheiro de Oliveira e Silva)

Detalhes na pedra (Foto: Matheus Pinheiro de Oliveira e Silva)

Os trabalhos podem durar meses até que atinjam a forma desejada.

O beijo (Foto: Matheus Pinheiro de Oliveira e Silva)

O beijo (Foto: Matheus Pinheiro de Oliveira e Silva)

E os detalhes são surpreendentes!

Chegando ao local do espetáculo é possível se encantar com os portais hindus feitos por artistas balineses, os quais remetem os traços históricos da ilha de Bali.

Portal balinês (Foto: Matheus Pinheiro de Oliveira e Silva)

Portal balinês (Foto: Matheus Pinheiro de Oliveira e Silva)

O espetáculo de Barong & Keris Dance é realizado diariamente em 5 palcos diferentes na região de Batubulan: Puseh Temple, Tegal Tamu, Denjalan, Sahadewa e Sila Budaya.

Barong (Foto: Matheus Pinheiro de Oliveira e Silva)

Barong (Foto: Matheus Pinheiro de Oliveira e Silva)

Barong representa o bem e se parece bastante com um leão.

Ele tem uma cabeça vermelha e seu corpo está coberto de cabelos brancos.

Sua cabeça é adornada com jóias e espelhos que cintilam brilho.

Barong simboliza o bem  (Foto: Matheus Pinheiro de Oliveira e Silva)

Barong simboliza o bem (Foto: Matheus Pinheiro de Oliveira e Silva)

Apesar de sua bondade inata, a máscara do Barong pode parecer assustadora.

Enquanto Barong é o bem, Rangda representa o espírito maligno.

Estranho notar que Barong que simboliza o bem é tão assustador quanto Rangda!

O mal é retratado como uma viúva feiticeira e praticante de magia negra.

Rangda, o mal (Foto: Matheus Pinheiro de Oliveira e Silva)

Rangda, o mal (Foto: Matheus Pinheiro de Oliveira e Silva)

Seu rosto é preto e provoca sua natureza maligna. Possui grandes dentes e unhas além de servos demoníacos.

A batalha entre Barong e Rangda é encenada entre atos que retratam muito bem as roupas e maquiagens, além de olhares vibrantes e movimentos intensos dos atores.

Barong & Keris Dance mostra a história mítica da luta do bem contra o mal e fornece uma fascinante visão sobre a cultura balinesa.

Vale a pena presenciar um pouco da mitologia de Bali que é muitas vezes ilustrada através da dança.

Após um pouco de cultura balinesa, a próxima parada é na região de Klungkung para visitar Kertha Gosha, a corte tradicional, e Taman Gili.

Kertha Gosha (Foto: Matheus Pinheiro de Oliveira e Silva)

Kertha Gosha (Foto: Matheus Pinheiro de Oliveira e Silva)

O atrativo turístico é famoso por ter murais nos tetos do palácio que retratam os castigos de pessoas pecadoras no inferno e recompensas para os justos no céu.

Mural retratando salvação no céu (Foto: Matheus Pinheiro de Oliveira e Silva)

Mural retratando salvação no céu (Foto: Matheus Pinheiro de Oliveira e Silva)

Vislumbrar e entender um pouco da história local é como vivenciar um pedacinho do que foi e é Bali.

Mas com inúmeros atrativos e atrações fica difícil querer desfrutar tudo de uma vez.

É por isso que nosso roteiro parte agora para um dos maiores e mais famosos templos de Bali, o Besakih Temple.

Besakih Temple, Pura Besakih ou conhecido também como “Templo Mãe de Bali”, é o maior templo dentre os milhares de templos hindus da ilha!

Situado cerca de 900 metros das encostas do Monte Agung, tem sido considerado como um local sagrado desde tempos pré-históricos.

Besakih Temple (Foto: Matheus Pinheiro de Oliveira e Silva)

Besakih Temple (Foto: Matheus Pinheiro de Oliveira e Silva)

Pura Besakih é um complexo composto por 23 templos que estão construídos relevos diferentes.

Para visitar os andares diversos do templo e ter uma vista panorâmica, é necessário subir as diversas escadas que levam até a torre principal, o Pura Penataran Agung.

Portal (Foto: Matheus Pinheiro de Oliveira e Silva)

Portal (Foto: Matheus Pinheiro de Oliveira e Silva)

Bali é uma ilha com a maioria da população adepta da religião hindu.

Quando for visitar algum templo ou atrativo turístico é aconselhável usar alguma toalha, pano ou calça para cobrir toda a perna.

Os nativos costumam vender ou alugar sarongs, para salvar a vida dos turistas desavisados.

Pura Besakih (Foto: Matheus Pinheiro de Oliveira e Silva)

Pura Besakih (Foto: Matheus Pinheiro de Oliveira e Silva)

Caso contrário não poderá entrar e fazer a visitação.

Os balineses são um povo muito religioso, então se tiver a chance de visitar um templo como o Besakih Temple e encontrar um grupo de nativos realizando algum ritual de oração, procure saber se você pode participar e com certeza após as orações você sairá com as energias revigoradas e também mais espirituoso.

Oração em templo hindu (Foto: Matheus Pinheiro de Oliveira e Silva)

Oração em templo hindu (Foto: Matheus Pinheiro de Oliveira e Silva)

Saindo do Besakih Temple, aproveite para passar no Kehen Temple, uma versão menor do Pura Besakih.

Kehen Temple (Foto: balitourismboard)

Kehen Temple (Foto: balitourismboard)

Construído no século XI, Kehen Temple foi dedicado a Deusa do Fogo e é o maior templo no leste de Bali, situado na região de Bangli.

Após este tour religioso, é hora de partir para Ubud, a região dos principais centros de arte e cultura de Bali, onde a indústria do Turismo foi se consolidando cada vez mais a cada dia.

Em Ubud, a estadia de nosso roteiro fica por conta do Biyukukung Suites e Spa (★★★★), com boa localização e vista incrível dos campos de arroz, famosos nesta localização.

Vista da sacada do hotel (Foto: Matheus Pinheiro de Oliveira e Silva)

Vista da sacada do hotel (Foto: Matheus Pinheiro de Oliveira e Silva)

3º DIA: UBUD – LOVINA

Em Ubud o que surpreende são os campos de arroz que são cultivados em terraços.

Pesquise com os nativos algumas regiões elevadas onde a vista destas plantações podem ser vislumbradas.

Paddy fields ou campos de arroz, em Ubud (Foto: Matheus Pinheiro de Oliveira e Silva)

Paddy fields ou arrozais, em Ubud (Foto: Matheus Pinheiro de Oliveira e Silva)

Você ficará boquiaberto com tanta beleza natural e também irá comprovar com os próprios olhos o porque o cultivo de arroz na Indonésia é uma das fontes de subsistência primárias nas regiões rurais e fonte principal da alimentação dos que vivem por lá.

O roteiro prevê uma jornada até a parte norte da ilha, na região de Lovina.

O dia será repleto de visitações à atrativos que estarão no caminho, aproveitando o que Bali tem de melhor!

A primeira visita é em Goa Gajah (Caverna do Elefante), um dos locais históricos mais visitados de Bali.

A entrada possui, esculpida nas pedras, a representação do guardião Bhoma e boca a é a entrada para a caverna.

Entrada de Goa Gajah (Foto: thousandwonders)

Entrada de Goa Gajah (Foto: thousandwonders)

Esta caverna em forma de”T” abriga em seu interior três pedras lingga, simbolizando Shiva, um dos deuses supremos do Hinduísmo.

Três lingga simbolizando Shiva (Foto: putubalitourguide)

Três lingga simbolizando Shiva (Foto: putubalitourguide)

Após uma imersão de sensações passando por dentro de Goa Gajah, o destino seguinte é o Templo Gunung Kawi.

Sagrado para os balineses, este templo fica cercado de vegetação nativa e um rio que corta o atrativo.

Entrada do Gunung Kawi (Foto: Eric Bajart)

Entrada do Gunung Kawi (Foto: Eric Bajart)

É um dos mais antigos e maiores templos de Bali.

Acredita-se que cada candi (santuários) foi concebido para ser um memorial feito para um membro da realeza de Bali do século XI, mas pouco se sabe referente a isso.

Gunung Kawi (Foto: Matheus Pinheiro de Oliveira e Silva)

Gunung Kawi (Foto: Matheus Pinheiro de Oliveira e Silva)

O atrativo é composto por 10 candi (santuários) trabalhados diretamente em pedra bruta.

É tão perfeito que parece que foi colocado no local e não feito diretamente da pedra.

Os santuários estão abrigados em um penhasco que possui uma altura de 8 metros e de acordo com a lenda local, todos os monumentos foram esculpidos diretamente na rocha pelas poderosas unhas de Kebo Iwa, uma divindade balinesa.

Prosseguindo a maratona de visitas, agora é hora de conhecer o Tirta Empul Temple, o qual foi construído nas proximidades do palácio presidencial de Tampaksiring.

O complexo do templo foi constituído entre estruturas que jorram água pura da nascente, vinda de aquíferos da região, onde os balineses hindus realizam rituais de purificação, banhando-se.

Tirta Empul Temple (Foto: vacationbaliindonesia)

Tirta Empul Temple (Foto: vacationbaliindonesia)

Caminhando nos arredores do Tirta Empul Temple é possível observar os traços religiosos de hinduísmo balinês presentes em diversos monumentos.

Decoração do templo (Foto: Matheus Pinheiro de Oliveira e Silva)

Decoração do templo (Foto: Matheus Pinheiro de Oliveira e Silva)

Se você tiver sorte, você poderá acompanhar algum ritual local com nativos.

Celebração balinesa (Foto: Matheus Pinheiro de Oliveira e Silva)

Celebração balinesa (Foto: Matheus Pinheiro de Oliveira e Silva)

Tampaksiring também é o local onde está um dos 6 palácios presidenciais na Indonésia.

Seguindo o roteiro, o tour continua com uma parada para almoço na região de Kintamani, onde é possível deslumbrar de uma vista panorâmica do lago e vulcão Batur.

Lago e vulcão Batur (Foto: Matheus Pinheiro de Oliveira e Silva)

Vulcão Batur (Foto: Matheus Pinheiro de Oliveira e Silva)

Ah, e pensar que ainda nem chegou o momento de desfrutar das belezas da vida marinha…

Até agora, porque a próxima parada é a praia de Lovina e o hotel Aditya Lovina Beach Resort (★★★)!

Aditya Lovina Beach Resort (Foto: adityalovinabali)

Aditya Lovina Beach Resort (Foto: adityalovinabali)

Este hotel além de possuir áreas de lazer com piscinas e jardins muito bem cuidados, fica de frente para a praia!

Mas o melhor de Lovina ainda está por vir!

4º DIA: LOVINA 

Bali faz parte do Triângulo dos Corais, área com 6 milhões de km² que que se estende pela Indonésia, Malásia, Filipinas, Papua Nova Guiné, Ilhas Salomão e Timor Leste e possui a maior biodiversidade de espécies marinhas do mundo.

Nesta área pode ser encontrada mais de 500 espécies de corais de recife de construção, cerca de 7 vezes mais do que em todo o Caribe!

Mas, além do mergulhar, você pode desfrutar observando a vida marinha bem de perto.

Um dos passeios mais conhecidos feitos em Lovina é a observação de grupos de golfinhos.

Para poder admirar a beleza dos mamíferos marinhos, você tem que acordar às 4 horas da manhã, porém vale muito a pena!

As energias começam a ser carregadas com um nascer do sol digno de Bali!

Nascer do sol em Lovina (Foto: Matheus Pinheiro de Oliveira e Silva)

Nascer do sol em Lovina (Foto: Matheus Pinheiro de Oliveira e Silva)

E uma das coisas que os turistas devem ter nesta caçada ao grupo de golfinhos é paciência e manter o foco e atenção.

O tempo vai passando, passando e nada…

E quando você menos espera eles surgem para embelezar sua manhã.

Golfinhos em Lovina (Foto: Matheus Pinheiro de Oliveira e Silva)

Golfinhos em Lovina (Foto: Matheus Pinheiro de Oliveira e Silva)

Este dia do roteiro é dedicado aos esportes aquáticos e curtir um pouco um dos encantos dos mares de Bali, com suas cores azuis e verde.

Depois de contemplar os golfinhos é hora de pegar o barco e ir aproveitar o mar e observar a biodiversidade marinha praticando snorkeling.

Hora da diversão (Foto: Matheus Pinheiro de Oliveira e Silva)

Hora da diversão (Foto: Matheus Pinheiro de Oliveira e Silva)

Hora do mergulho!

Snorkeling em Lovina (Foto: Arrows Dive Centre)

Snorkeling em Lovina (Foto: Arrows Dive Centre)

Nemo (Foto: Arrows Dive Centre)

Nemo (Foto: Arrows Dive Centre)

Após curtir um dia inteiro de mar e biodiversidade marinha, aproveite a proximidade do hotel com a praia e faça um luau com amigos para desfrutar a noite.

5º DIA: LOVINA – BELIMBING

Chegou a hora de se despedir de Lovina e ir rumo a cachoeira Git-Git, ainda na parte norte de Bali.

Cachoeira Git-Git (Foto: Matheus Pinheiro de Oliveira e Silva)

Cachoeira Git-Git (Foto: Matheus Pinheiro de Oliveira e Silva)

Após refrescar com as águas jorrando da cachoeira e aproveitar um cenário de mata nativa, vamos a um templo icônico de Bali, o Pura Ulun Danu Bratan.

Pura Ulun Danu Bratan, ou Templo da Água, é um importante templo hindu que cultua Shiva.

O complexo do templo está localizado nas margens do Lago Beratan, em Bedugul.

Pura Ulun Danu Bratan (Foto: toonman blchin)

Pura Ulun Danu Bratan (Foto: toonman blchin)

Construído em 1663, este templo é usado para cerimônias de oferenda para cultuar e agradecer a deusa balinesa das águas, rios e lagos Dewi Danus, devido a importância do Lago Beratan como principal fonte de irrigação de Bali.

Os 11 andares do templo indicam que ele é dedicado a deusa Shiva e sua Parvati histórias de pelinggih meru dedicado para Shiva e sua cônjuge Parvati.

Curiosidade: Pura Ulun Danu Bratan está estampado nas notas de 50 mil rúpias da Indonésia.

Nota de 50.000 rúpias (Foto: Banco da Indonésia)

Nota de 50.000 rúpias (Foto: Banco da Indonésia)

Prosseguindo com o tour do 5º dia, vamos conhecer o templo budista Brahma Vihara Arama, que é cercado de vegetação nativa e proporciona um momento de paz e tranquilidade para revigorar as energias espirituais.

Brahma Vihara Arama (Foto: Matheus Pinheiro de Oliveira e Silva)

Brahma Vihara Arama (Foto: Matheus Pinheiro de Oliveira e Silva)

O templo possui algumas pagodas e imagens retratando a trajetória de vida do Buda em murais em alto relevo paredes.

Representação da passagem de vida de Buda (Foto: Matheus Pinheiro de Oliveira e Silva)

Representação da passagem de vida de Buda (Foto: Matheus Pinheiro de Oliveira e Silva)

Existe até uma réplica em proporções (muito) menores do Borobudur!

MIniatura do Borobudur (Foto: Matheus Pinheiro de Oliveira e Silva)

MIniatura do Borobudur (Foto: Matheus Pinheiro de Oliveira e Silva)

Leia também: Maior monumento budista do mundo

O dia encerra chegando ao hotel Cempaka Belimbing Villas (★★★★).

Cempaka Belimbing Villas (Foto: Matheus Pinheiro de Oliveira e Silva)

Cempaka Belimbing Villas (Foto: Matheus Pinheiro de Oliveira e Silva)

Reponha as energias com uma vista dos campos de arroz e mata nativa que circunda o estabelecimento e com piscinas e jacuzzis relaxantes.

6º DIA: BELIMBING – KUTA

Após um despertar com café da manhã local, siga para uma caminhada leve para desfrutar um cenário panorâmico de mata nativa e campos de arroz da região de Belimbing.

Mata nativa (Foto: Matheus Pinheiro de Oliveira e Silva)

Mata nativa (Foto: Matheus Pinheiro de Oliveira e Silva)

Aproveite para andar com locais e perguntar a eles quais são as árvores de mangostão (mangosteen), cravo, salak, durian e cacau, além de outras frutas que você provavelmente nunca viu nem ouviu falar.

Campos de arroz em Belimbing (Foto: Matheus Pinheiro de Oliveira e Silva)

Campos de arroz em Belimbing (Foto: Matheus Pinheiro de Oliveira e Silva)

Após uma boa caminhada, visitaremos o Alas Kedaton Temple, templo conhecido por abrigar muitos macacos que por lá são considerados sagrados.

Compre bananas ou amendoim para dar para os macacos, senão eles irão te atormentar durante todo o passeio.

Eles até te seguram para não deixar você ir embora sem um petisco.

Macaco pedindo comida (Foto: Matheus Pinheiro de Oliveira e Silva)

Macaco pedindo comida (Foto: Matheus Pinheiro de Oliveira e Silva)

Cuidado com sua cabeça e roupas, pois os macacos se agarram e sobem em você quando você menos espera!

Macaco na cabeça do turista (Foto: Matheus Pinheiro de Oliveira e Silva)

Macaco na cabeça do turista (Foto: Matheus Pinheiro de Oliveira e Silva)

Ai não tem jeito… Só oferecendo petiscos para eles descerem e atormentarem outros turistas.

Cuide bem de seus pertences e não é aconselhável usar acessórios, como pulseiras e colares, pois os macacos podem roubar de você.

Fique atento com sua câmera porque os macacos são animais engraçados e podem fazer poses como esta.

Macaco engraçado (Foto: Matheus Pinheiro de Oliveira e Silva)

Macaco engraçado (Foto: Matheus Pinheiro de Oliveira e Silva)

E também não perca a chance de retratar o olhar penetrante dos macacos mais jovens.

Macaco jovem (Foto: Matheus Pinheiro de Oliveira e Silva)

Macaco jovem (Foto: Matheus Pinheiro de Oliveira e Silva)

Outra experiência inusitada pelo passeio no Alas Kedaton Temple é que as árvores estão repletas de morcegos!

É possível tirar foto com os morcegos locais que são tratados pelos nativos como se fossem bichinhos de estimação.

Morcego (Foto: Matheus Pinheiro de Oliveira e Silva)

Morcego (Foto: Matheus Pinheiro de Oliveira e Silva)

Vale lembrar que estes morcegos são frugívoros (animal cuja dieta alimentar é composta principalmente de fruto), não apresentando riscos para o ser humano. UFA!

Após esta experiência com animais locais é hora de tomar rumo em direção a região de Kuta para vislumbrar outro atrativo marcante de Bali, o templo Tanah Lot.

Tanah Lot Temple (Foto: Google imagens)

Tanah Lot Temple (Foto: Google imagens)

O templo fica localizado em cima de uma grande rocha no mar que tomou forma ao longo dos anos pela maré do oceano.

Segundo histórias locais, Tanah Lot foi construído no século XVI para Dang Hyang Nirartha, um religioso e cultuador do Hinduísmo.

Nirartha foi quem consolidou o Hinduísmo em Bali e construiu diversos templos, dentre eles um no norte da ilha para o deus Brahma (criação), um no meio da ilha para o deus Vishnu (conservação) e para o deus Shiva (destruição), formando a tripla divindade suprema, ou Trimurti.

Tanah Lot é um dos 7 templos do mar ao redor da costa de Bali e, segundo lendas locais, as rochas abrigam serpentes marinhas venenosas para proteger o templo de espíritos marinhos e intrusos.

O templo é supostamente protegido também por uma serpente gigante que foi criada através do selendang (lenço que cobre a cabeça) de Nirartha, quando este estabeleceu a ilha séculos atrás.

Religiosidade e histórias do passado permeiam Tanah Lot, mas existe uma certeza, a de que o pôr do sol neste ponto da ilha é mágico!

Pôr do sol em Tanah Lot (Foto: Sam Gao)

Pôr do sol em Tanah Lot (Foto: Sam Gao)

Então não perca a chance de experimentar este momento mágico!

Após esta experiência única, a noite reserva um hotel bastante conhecido no mundo para passar a noite, o Hard Rock Hotel (★★★★).

Hard Rock Hotel (Foto: hardrockhotels)

Hard Rock Hotel (Foto: hardrockhotels)

A noite de nosso roteiro é voltada para desfrutar o que a região de Kuta e Legian tem de melhor, vida noturna!

Aproveite para andar nas ruas badaladas da região e uma boa pedida é conhecer o Hard Rock Cafe para curtir uma música e jantar (já que o restaurante é um anexo do hotel).

Hard Rock Cafe Bali (Foto: hardrock)

Hard Rock Cafe Bali (Foto: hardrock)

Depois recomenda-se dançar a noite inteira nas baladas da região.

Uma boa pedida é a Sky Garden Bali, em Legian, eleita uma das melhores casas noturnas de Bali.

Sky Garden Bali (Foto: allevents)

Sky Garden Bali (Foto: allevents)

E pensar que o último dia está chegando…

7º DIA: ILHA LEMBONGAN 

O último dia de roteiro é dedicado a aproveitar um dos barcos mais luxuosos de bali, o Bounty Cruise, e atividades marinhas como banana boat, snorkeling e alguns tobogãs.

Barco luxuoso (Foto: viralcham)

Barco luxuoso (Foto: viralcham)

Barco das atividades (Foto: Matheus Pinheiro de Oliveira e Silva)

Barco das atividades (Foto: Matheus Pinheiro de Oliveira e Silva)

Banana boat (Foto: Matheus Pinheiro de Oliveira e Silva)

Banana boat (Foto: Matheus Pinheiro de Oliveira e Silva)

Também há um tour pelos vilarejos de Nusa Lembongan para conhecer os nativos que desidratam algas marinhas para sua fonte de subsistência e também apreciar a vista da ilha e de Shanghiang Bay.

Algas desidratando no sol  (Foto: Matheus Pinheiro de Oliveira e Silva)

Algas desidratando no sol (Foto: Matheus Pinheiro de Oliveira e Silva)

Nusa Lembongan (Foto: Matheus Pinheiro de Oliveira e Silva)

Nusa Lembongan (Foto: Matheus Pinheiro de Oliveira e Silva)

Uma visita pitoresca na região de Nusa Lembongan é a casa subterrânea de Gala-gala.

Entrada de Gala-gala (Foto: Matheus Pinheiro de Oliveira e Silva)

Entrada de Gala-gala (Foto: Matheus Pinheiro de Oliveira e Silva)

Inspirado pelo episódio “Wana Parwa” de Mahabharata (clássico épico indiano), um homem visionário chamado Made Byasa construiu uma casa subterrânea durante 15 anos de sua vida, de 1961 à 1976.

Casa subterrânea (Foto: hartalembonganvillas)

Casa subterrânea (Foto: hartalembonganvillas)

Vyasa não usou nenhuma ferramenta de corte, contudo apenas martelos, formão, e a própria intuição para dar forma a sua casa subterrânea.

Por dentro de Gala-gala (Foto: Firsta)

Por dentro de Gala-gala (Foto: Firsta)

Gala-Gala consiste de um quarto, sala de jantar, cozinha, banheiro e sala de meditação sagrada em um espaço de cerca de 500 m².

Se você deseja visitar este local, não se esqueça de vestir um sarong, calça ou toalha que cubra as pernas.

Após este tour é hora de retornar à Kuta, fazer as malas e se despedir (tristeza) de Bali.

Pode-se notar que Bali é uma ilha cheia de encantos, misticismo e naturezas exuberantes, sendo que 7 dias é um período bem curto para se aproveitar tudo que Bali tem a oferecer.

Eu ainda recomendo passar mais alguns dias na região de Nusa Dua e Uluwatu, para surfar e desfrutar dos spas e resorts da região, além de explorar as caminhadas pelas montanhas e vulcão da ilha.

E lembre-se que Bali é um pedaço do paraíso na Terra. Então se tiver a oportunidade de conhecer não pense duas vezes, faça as malas e parta para esta experiência fantástica!

CURIOSIDADE

A ilha de Bali tem o misticismo e religiosidade que rege seu povo diariamente.

Por esse motivo eles realizam rituais diários, o chamado Canang sari.

Canang sari é um dos rituais hindus do povo bnês que são oferendas feitas para agradecer aos deuses em louvor e adoração.

Canang saris (Foto: Matheus Pinheiro de Oliveira e Silva)

Canang saris (Foto: Matheus Pinheiro de Oliveira e Silva)

Você poderá ver estas oferendas em templos, pequenos santuários nas casas dos nativos e no chão.

Os canang sari colocados no chão são oferendas para apaziguar e aquietar os espíritos malígnos.

As oferendas nos pontos altos dos templos são destinadas para os espíritos do bem, como agradecimento pela boa saúde e prosperidade na vida.

Por motivo nenhum pense em pisar em um canang sari que esteja no chão, a não ser que queira invocar a ira dos deuses e fazer alguns inimigos balineses.

Então ande sempre atento e com olhos voltados para o chão para que este infortúnio não aconteça com você!

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3 Comments

  1. Mateus,
    muito legal seu blog, estou planejando uma viagem para janeiro e gostaria de uma ajuda.
    como você foi de um lugar para o outro? Alugou carro, transporte público, avião?
    Fiquei sabendo que em Bali não tem transporte publico e a maioria das coisas são feitas de taxi. Tenho 7 noites na indonesia e queria aproveitar para conhecer o maior numero de lugares possiveis.

    Além disso, conta pra gente como foram seus gastos na viagem 😉

    Obrigada!

  2. Pingback: Escolhendo hospedagem em Bali - Diário de Polly

  3. Ameeeeeei profundamente seu relato de viagem!!!!
    Fotos lindas, tudo maravilhoso!!!!
    Vou me basear no seu roteiro para fazer a minha viagem!!!
    😉

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